segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Mesmo após nascer, bebê pode desenvolver microcefalia

Nos Estados Unidos, a Universidade de Yale constata que o Aedes aegypti já se espalha pelo mundo. Na Suíça, a Organização Mundial da Saúde (OMS) garante o avanço dos casos de microcefalia. E, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que 855 cidades podem ter surto de doenças transmitidas pelo mosquito de apenas cinco milímetros. Não bastassem os alertas emitidos nos últimos dias contra dengue, chikungunya e zika, mais uma preocupação ronda a população.

Bebês infectados pelo vírus da zika durante a gestação podem nascer sem microcefalia, mas desenvolver a síndrome anos mais tarde. O estudo feito pelos Centros de Controle de Doenças Americano (CDC), com a colaboração de pesquisadores brasileiros, atesta o perigo. Foram investigadas 13 crianças de Pernambuco e do Ceará que nasceram com a infecção congênita do zika, mas sem redução do crânio.

Aos cinco meses, os bebês apresentavam um crescimento lento da cabeça. Onze desenvolveram microcefalia. Todos tinham complicações como diminuição do tamanho do cérebro e outras mal-formações. Há tempos os cientistas já notaram que existe uma facilidade de o vírus da zika atacar o tecido nervoso.
O problema, porém, ficou maior agora, quando médicos e cientistas observam que o nascimento não significa necessariamente o fim da maré de azar. E isso pode sinalizar problemas na atenção à saúde de gestantes e mães que tiveram zika e de seus filhos.
Para Maurício Nogueira, virologista e professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, falta atenção aos filhos inicialmente “normais” de mães que tiveram zika.
Ele é responsável por uma pesquisa que acompanha gestantes na região. O estudo detectou casos de infecção no último mês de gravidez que resultaram em danos cerebrais nos bebês em cerca de um terço das pacientes.

LEIA MAIS: http://hojeemdia.com.br/horizontes/sa%C3%BAde/mais-motivo-para-temer-o-zika-mesmo-ap%C3%B3s-nascer-beb%C3%AA-pode-desenvolver-microcefalia-1.430152

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O que é o mayaro?

Primeiro foi o chikunguya e, depois, a zika. Agora, cientistas e epidemiologistas começam a se preocupar com outro vírus: o mayaro.
Pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, anunciaram ter encontrado no Haiti um caso inédito de mayaro, doença caracterizada por uma febre hemorrágica similar à da chikungunya.
Ainda que o vírus não seja totalmente desconhecido - foi detectado nos anos 1950 -, até agora só haviam sido registrados pequenos surtos esporádicos na região amazônica e seus arredores.
Especialistas alertam que este caso pode ser um indício de que o vírus está se espalhando e já começa a circular pela região do Caribe.
"Os sintomas são muito similares aos da chikungunya. Por isso, quando o paciente vai ao médico, pensam se tratar dessa doença e não sabem que é mayaro", disse John Lednicky, que liderou a equipe da universidade americana responsável pelo estudo.
Lednicky explicou não haver nenhum sintoma que distingue a chikungunya da febre mayaro. Ambas provocam febre, erupções na pele e dores nas articulações.
Em ambos os casos, os efeitos são mais prolongados do que em paciente com dengue e zika, chegando a durar de seis meses a um ano.
"O que está acontecendo é que estamos nos deparando com pacientes que se queixam de erupções na pele e dores musculares prolongadas, mas os exames dão negativo para Zika e Chikungunya. Então, o que afinal eles têm?", disse Lednicky.
O preocupante é que o vírus detectado no Haiti é geneticamente diferente dos que haviam sido descritos previamente, esclareceu o especialista.
"Não sabemos se é um vírus novo ou uma nova cepa de diferentes tipos de Mayaro."

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Zika causa redução de testículos, espermatozoides e hormônios em ratos

Um novo estudo publicado na última segunda (31) na revista Nature aponta que a zika causa redução do testículo e de dois hormônios sexuais, além da diminuição em espermatozoides no líquido seminal em ratos machos infectados com uma adaptação do vírus. O estudo abre potencial para problemas semelhantes em humanos.
A equipe de cientistas liderada por Michael Diamond, da Washington University School of Medicine de St. Louis (Estados Unidos), conduziu o estudo para detectar os efeitos do vírus da zika no sistema reprodutivo de ratos machos.
Na pesquisa, o vírus foi detectado no testículo e epidídimo (tubo que armazena e transporta o esperma) dos ratos com sete dias de infecção. Depois de 14 dias, o vírus já estava presente em níveis elevados em todo o sistema reprodutivo da maioria dos ratos.
O estudo ainda apontou que houve uma grande diminuição no tamanho e peso do testículo em ratos infectados comparado com animais que não tiveram o vírus injetado. O mesmo ocorreu com danos na produção de sêmen e lesões no tecido do epidídimo.

Leia mais no site : http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2016/10/31/zika-causa-reducao-de-testiculos-espermatozoides-e-hormonios-em-ratos.htm

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Síndrome da zika

Um ano após o aumento do número de crianças nascidas com microcefalia, médicos e pesquisadores têm encontrado bebês com dificuldades de deglutição, crises epilépticas e problemas de visão e audição.
Embora ainda sejam necessários mais estudos, a microcefalia causada pela zika parece causar problemas de saúde, que não aparecem em crianças microcéfalas atingidas por outras infecções, como herpes e sífilis.

Os problemas são tão específicos que os médicos passaram a definir como síndrome congênita da zika, que inclui calcificações no tecido cerebral, hidrocefalia, problemas nos olhos, nos ouvidos e nas articulações e até membros com má-formação.

LEIA MAIS: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2016/10/14/criancas-com-microcefalia-completam-1-ano-com-diversos-problemas-de-saude.htm

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Solenidade de entrega das camisas UV


Para proteger e dar mais qualidade de vida aos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e Agentes de Combate às Endemias (ACEs), em suas atividades cotidianas, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes faz, na última sexta-feira (16), realizou a entrega de camisas de proteção UV aos seus 800 ACSs e 300 ACEs. 
Montagem criada Bloggif

De acordo com o gerente de Vigilância em Saúde do município, Antonio Reldismar, a entrega das camisas é uma iniciativa simples, mas muito importante para o cuidado da saúde do trabalhador. “Os ACSs e ACEs são expostos ao sol diariamente e a camisa UV passa a ser um instrumento que proporciona saúde a esse trabalhador, já que a exposição ao sol pode causar câncer de pele”, ressaltou.
 




 

Solenidade de entrega das camisas UV


Para proteger e dar mais qualidade de vida aos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e Agentes de Combate às Endemias (ACEs), em suas atividades cotidianas, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes faz, na última sexta-feira (16), realizou a entrega de camisas de proteção UV aos seus 800 ACSs e 300 ACEs. 
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De acordo com o gerente de Vigilância em Saúde do município, Antonio Reldismar, a entrega das camisas é uma iniciativa simples, mas muito importante para o cuidado da saúde do trabalhador. “Os ACSs e ACEs são expostos ao sol diariamente e a camisa UV passa a ser um instrumento que proporciona saúde a esse trabalhador, já que a exposição ao sol pode causar câncer de pele”, ressaltou.
 




 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Agentes municipais de saúde terão camisas de proteção UV

Os cuidados com a saúde estão relacionados, também, ao ambiente de trabalho. Para proteger e dar mais qualidade de vida aos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e Agentes de Combate às Endemias (ACEs), em suas atividades cotidianas, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes faz, nesta sexta-feira (16), a entrega de camisas de proteção UV aos seus 800 ACSs e 300 ACEs. Eles receberão a vestimenta em ato marcado para às 14h, na Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira, em Prazeres.




De acordo com o gerente de Vigilância em Saúde do município, Antonio Reldismar, a entrega das camisas é uma iniciativa simples, mas muito importante para o cuidado da saúde do trabalhador. “Os ACSs e ACEs são expostos ao sol diariamente e a camisa UV passa a ser um instrumento que proporciona saúde a esse trabalhador, já que a exposição ao sol pode causar câncer de pele”, ressaltou.

Leia mais no site: www.jaboatao.pe.gov.br

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Primeira vacina contra a dengue começa a ser comercializada no México

O laboratório farmacêutico Sanofi Pasteur anunciou neste sábado (10) o lançamento no México da primeira vacina desenvolvida no mundo contra a dengue, cuja comercialização por enquanto só está disponível para as instituições de saúde privadas do país.





"Com a vacina se procura diminuir significativamente a carga médica desta doença, assim como reduzir a frequência e intensidade dos surtos e suas consequências", informou a empresa farmacêutica francesa em comunicado.
No Brasil, a vacina já está disponível em clínicas privadas desde o fim de julho. O estado do Paraná também disponibilizou o produto gratuitamente, pelo SUS.
O virólogo José Ramos disse que, de acordo com o assinalado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o número de casos de dengue no México cresceu 9% nos últimos 20 anos.
"Estes dados evidenciam um problema de saúde que ultrapassa o âmbito puramente da saúde, já que afeta o turismo nas regiões onde aparece a doença, assim como seu controle e tratamento", afirmou Ramos.


Fontes da Sanofi Pasteur afirmaram à Agência Efe que, por enquanto, não há uma data definida para integrar a vacina nas instituições de saúde públicas do país.
Segundo os boletins da Secretaria de Saúde do México, durante 2015 houve 27.178 casos de dengue confirmados no país, e 42 mortes associadas a esta doença.
No lançamento da vacina na cidade de Mérida, no sudeste do país, a diretora médica da Sanofi Pasteur México, Patricia Cervantes, lembrou que este avanço vem "depois de vinte anos de pesquisa e desenvolvimento".
Em dezembro passado, a Comissão Federal para a Proteção contra Riscos Sanitários do México aprovou a comercialização da vacina contra a dengue após credenciar sua qualidade, segurança e eficácia terapêutica em um protocolo global no qual participaram mais de 40 mil pacientes.
Até o momento, a vacina também foi aprovada em El Salvador, Costa Rica e Filipinas, além do Brasil.

LEIA MAIS NO SITE: http://g1.globo.com/bemestar/


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Estudo sobre zika pode levar Brasil a mudar protocolo de microcefalia

O Ministério da Saúde está estudando mudar o protocolo de atendimento a bebês que nascem com possíveis danos provocados pelo vírus da zika. A mudança foi motivada pelo estudo publicado nesta quarta-feira (29) na revista "The Lancet", que concluiu que 20% dos bebês que nascem com problemas relacionados à zika têm cabeça de tamanho normal.

Isso significa que somente o fato de ter um crânio menor, o que caracteriza a microcefalia, e um histórico de vermelhidão na pele durante a gestação não são suficientes para detectar quais bebês foram de fato afetados pelo vírus da zika.
Hoje, bebês com perímetro cefálico menor do que 32 cm são enquadrados como casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus da zika. Mas isso pode mudar, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira.
Levando em conta os resultados do estudo -- que foi encomendado pelo próprio ministério -- o Brasil pode incluir outros sintomas e alterações neurológicas como critérios para triagem dos bebês, independentemente da presença de microcefalia.
“Estamos adequando nossos protocolos a esses achados para ampliar as investigações e melhorar nosso sistema de vigilância. Neste momento, o Brasil e o mundo já acumularam mais conhecimentos sobre a doença e podemos, com esse aprendizado, aprimorar o monitoramento das consequências da infecção congênita pelo vírus zika”, afirmou o coordenador-geral de Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, segundo nota divulgada pela pasta.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Aumentam os casos confirmados de zika em PE

Em uma semana, o número de casos confirmados de zika em Pernambuco mais do que quintuplicou. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta terça (28), o Estado já soma 120 casos da arbovirose. Nas últimas oito semanas, o número havia estacionado em 23 confirmações.

As notificações da doença também aumentaram, mas em menor proporção: atualmente, foram notificados 10.467 casos, 20 a mais do que na semana anterior. De acordo com o documento divulgado pela pasta, ainda foram feitos 272 descartes de possíveis casos da enfermidade.
De acordo com o diretor de controle de doenças e agravos da SES, George Dimeck, o aumento repentino no número de confirmações deve-se ao atraso no envio das informações pelos laboratórios responsáveis pelos exames. “A demanda é muito maior do que a capacidade de análise não só a nível estadual, mas também nacional. Muitos dos casos já foram processados pelos laboratórios, mas foram inseridos no sistema de uma única vez”, explica.
Em Pernambuco, os exames para a confirmação do vírus são feitos no Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen) e no Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães. O Instituto Evandro Chagas, no Pará, também é responsável pela confirmação de casos. “Cada um desses laboratórios é responsável por um tipo específico de análise e, por isso, o número maior de casos em relação à semana passada foi confirmado em pacientes gestantes, crianças ou até mesmo em pessoas fora do grupo de risco”, comenta Dimeck.


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Busca por pilulas abortivas dobrou no Brasil após surto de zika

Temendo as possíveis consequências do vírus zika em seus fetos, como a microcefalia, gestantes da América Latina estão procurando com mais frequência pílulas abortivas disponibilizadas pela internet por uma agência de assistência internacional sem fins lucrativos, revelou um novo estudo. De acordo com a pesquisa, a busca pelo medicamento se tornou duas vezes maior no Brasil.

Publicado nesta quarta-feira como uma carta no periódico científico "New England Journal of Medicine", o estudo é o primeiro a medir a reação das mulheres grávidas aos alertas do zika em nações onde o aborto é limitado ou proibido. Detectado pela primeira vez no Brasil no ano passado, o surto atual de zika foi ligado a mais de 1.600 casos de microcefalia, uma má-formação craniana.
No momento em que o vírus se dissemina pela América Latina, vários países, como El Salvador, vêm aconselhando as mulheres a evitar uma gravidez, mesmo que seu acesso a métodos contraceptivos ou ao aborto seja restrito. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) também advertiu casais que moram em áreas com transmissão a cogitarem adiar gestações.
- Quando você emite esse tipo de conselho, mas não os relaciona com caminhos para cuidados seguros e legais, cria uma situação realmente difícil para as mulheres - disse a doutora Abigail Aiken, co-autora do estudo e especialista em saúde reprodutiva da Universidade do Texas, em Austin.
Abigail e seus colegas analisaram solicitações de aborto do grupo Women on Web, organização sem fins lucrativos que proporciona acesso aos medicamentos abortivos mifepristona e misoprostol, além de consultas online para mulheres de países onde o aborto legal é limitado. O grupo oferece as pílulas nas 10 primeiras semanas de gravidez para induzir abortos.


Os pesquisadores compararam os pedidos de aborto feitos depois de 17 de novembro de 2015, quando a região foi alertada sobre o risco em potencial de defeitos de nascença decorrentes do Zika, com pedidos já esperados deste mesmo grupo baseados em cinco anos de dados anteriores. Eles descobriram aumentos significativos em sete de oito países onde o zika está circulando.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Lançado na BA, teste rápido nacional da zika dará resultado em 20 minutos

Foi lançado nesta terça-feira (31), em Salvador, pela Fundação Bahiafarma, o primeiro teste rápido nacional do zika vírus, que apresenta resultado em 20 minutos. O exame será fabricado na Bahia para atender a demanda do Ministério da Saúde, com previsão inicial de produção de 500 mil testes por mês.
De acordo com a Fundação, esse é o primeiro teste rápido nacional que obteve autorização para autorização para comercialização e produção pela Anvisa. O exame detecta a doença em qualquer fase, porque faz o diagnóstico por meio dos anticorpos desenvolvidos pelo corpo da pessoa infectada. O teste é diferente de outros que usavam a técnica “PCR”, que detecta apenas o vírus em si e demorava semanas para apresentar resultado.
“Este teste permite encontrar não o vírus, mas a resposta do organismo ao vírus. O teste anterior precisava ser levado a laboratório. Este aqui é rápido e basta separar o soro do sangue e já temos o resultado em 20 minutos. O diagnóstico é sorológico”, explica o secretário de Saúde Fábio Vilas Boas.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Perguntas e respostas




http://portalsaude.saude.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=14831&catid=197&Itemid=250


http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/zika


 



Estado confirmou 2.355 novos casos das doenças causadas pelo Aedes

Pernambuco notificou, em apenas uma semana, 9.654 casos suspeitos de arboviroses, as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No mesmo período de sete dias, o estado registrou 2.355 novas confirmações de dengue, febre chikungunya ou vírus da zika e descartou 3.562 suspeitas dessas doenças. Os dados fazem parte do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta terça-feira (10).

A maior parte das notificações foi de chikungunya, com 5.843 novos casos suspeitos notificados com relação ao boletim anterior, divulgado no dia 3 de maio. Em segundo lugar, vem a dengue, com 3.619 notificações a mais quanto ao último informativo. Em seguida, está a zika, com 192 novas notificações.

Com relação às confirmações, Pernambuco apresenta 1.218 novos casos de dengue e 1.137 de chikungunya. Já o número de pacientes que tiveram o diagnóstico confirmado da zika permaneceu inalterado de uma semana para outra: são 23 no estado. Também não mudou a quantidade de casos descartados da zika, que continua em 171. O estado também descartou o mesmo número de suspeitas de dengue e chikungunya em uma semana, ambas com 1.781 descartes.

Reprodução g1.globo.com/pernambuco

 

Prefeitura recolhe entulhos no Zumbi do Pacheco

Em Jaboatão dos Guararapes, os serviços urbanos, como o próprio nome já diz, estão nas ruas. Todos os dias, de dia e também à noite, as equipes do Governo Municipal executam os mais diversos serviços de preservação, manutenção e limpeza urbana. E isso acontece em todas as sete Regionais Administrativas do município. A exemplo de Cavaleiro, que na manhã da última sexta-feira (06), recebeu o serviço de recolhimento de entulhos. Todos os resíduos descartados irregularmente nas Avenidas Bom Jesus e Eurico Gaspar Dutra, no Zumbi do Pacheco, foram removidos.
O serviço de coleta foi realizado com o auxílio de uma máquina retroescavadeira e um caminhão com caçamba. Executado pela Secretaria Executiva de Serviços Urbanos, o recolhimento de entulhos é mais uma das ações preventivas da Operação Inverno 2016, tendo em vista que o lixo acumulado nas ruas pode causar transtornos nos períodos de chuva. A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes realiza a retirada de entulhos e inservíveis (materiais domésticos sem uso descartados nas vias) constantemente. O descarte irregular de utensílios e entulhos causa transtornos para toda a cidade, os cidadãos devem ficar atentos aos horários da coleta. 

terça-feira, 5 de abril de 2016

Coordenação esteve presente na palestra sobre epidemia de Zica.


A Coordenação de Vigilância e Controle da Dengue Chikungunya e Zica esteve presente na palestra com o tema “As questões de gênero na epidemia da Zika e na Microcefalia e as responsabilidades do Poder Público” que foi foi realizada na tarde da última quinta-feira (31), no auditório da Secretária Executiva do Trabalho, em Piedade. Um momento de debate acerca do tema foi realizado com todas as mulheres presentes.

A Doutora em Sociologia, Ana Paula Portella, foi a palestrante e, segundo ela, esse é um assunto que tem que ser bastante debatido. “Esse é um tema que diz respeito diretamente às mulheres e vem tendo um impacto muito grande no nosso cotidiano. Por isso é preciso pensar em soluções e de que maneira o poder público pode contribuir para diminuir esse impacto”, disse.


quinta-feira, 31 de março de 2016

Jaboatão encerra Mês da Mulher com palestra sobre a epidemia de zika e a Microcefalia

Em Jaboatão dos Guararapes, o mês de Março foi marcado por diversas atividades desenvolvidas pela Prefeitura para as cidadãs jaboatanenses. Em um breve resumo, o lançamento da Patrulha Municipal Maria da Penha, a assinatura do protocolo de intenção do Botão do Pânico, a exibição de filmes temáticos, como Que horas ela volta?, e rodas de debate sobre questões sociais e de gênero marcaram os trinta últimos dias. Para fechar o mês, a Secretaria Executiva da Mulher traz, nesta quinta-feira (31), uma palestra sobre "As questões de gênero na epidemia da Zika e na Microcefalia e as responsabilidades do Poder Público". O evento trará uma reflexão acerca da delicada e complexa situação pela qual o País e, em especial, o Estado de Pernambuco. 
 
A doutora em sociologia, Ana Paula, será a palestrante e, segundo ela, o foco do debate é trazer reflexões iniciais sobre o problema, instigando nas mulheres o desejo por mais conhecimento do assunto. Levantar questões a respeito da forma diferenciada como a epidemia - e suas consequências - tem afetado as mulheres, especialmente no que se refere aos seus direitos reprodutivos e redirecionar o olhar para o poder público, visando compreender de que forma chegamos a essa situação, por que as mulheres pobres são as principais afetadas e de que maneira as políticas e serviços públicos podem atuar para reduzir os impactos da epidemia e garantir os direitos das mulheres.
 
"O impacto maior da epidemia e da Microcefalia na sociedade é sobre o grupo de mulheres pobres, que moram em áreas de grande vulnerabilidade social. Além do campo da saúde, podemos avaliar diversas áreas que precisam ser discutidas, como as consequências sofridas pelas famílias e que o poder público deverá arcar, se preparando para receber essa geração de crianças", explicou Ana. 
O evento acontece à partir das 14 horas da quinta-feira, no auditório da Secretaria Executiva de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, localizado na Rua Coronel Francisco Galvão, 769, Piedade, próximo à Rádio Maranata. Ainda é possível realizar inscrições através do e-mail crm.maristelajust@gmail.com
 

PE registra 5.587 novas notificações de arboviroses em uma semana

Pernambuco apresenta 5.587 novos casos suspeitos de arboviroses em apenas uma semana. Desse total de notificações, 3.586 são de dengue, 1.678 de chikungunya e 323 do vírus da zika. Os dados correspondem ao período de 3 de janeiro e 26 de março deste ano e integram o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta terça-feira (29).

Neste ano, o estado notificou 45.117 casos da dengue em 183 cidades e no distrito de Fernando de Noronha, com a confirmação de 6.448 deles. Isso representa um aumento de 48,17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 30.450, dos quais 15.475 foram confirmados. O último boletim da secretaria, divulgado no dia 22 de março, registrou que 41.531 casos da doença estavam sendo investigados e 5.844 pacientes tiveram diagnóstico confirmado da doença.

terça-feira, 29 de março de 2016

Casos suspeitos de dengue em Pernambuco aumentam em relação a 2015

O novo boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde revela que, entre os dias 3 de janeiro e 12 de março, foram notificados 37.702 casos suspeitos de dengue, chegando a 5.091 confirmações. O aumento no número de casos suspeitos foi de 104,04% em relação ao mesmo período de 2015, quando foram notificados 18.478, mas houve uma redução no número de confirmações, que, no ano passado, chegou a 9.384. 

A infecção por dengue já se espalha por 182 dos 185 municípios do Estado. Entre os locais com maior incidência da virose, Itambé é a cidade com maior percentual de casos prováveis em relação à população. Com pouco mais de 36 mil habitantes, já foram registrados 1.432 suspeitas.

A Secretaria também confirmou 272 dos 10.880 casos notificados de chikungunya. Em 2015, foram notificados 2.605 casos suspeitos de chikungunya, sendo 450 confirmados.
Foram notificados até agora 5.766 casos suspeitos de infecção pelo zika vírus, para os quais ainda não há confirmações de casos em 2016. Em 2015, foram confirmados 46 casos de zika em 20 municípios.


Dengue causa afastamento do trabalho.


Um dos principais problemas de saúde pública hoje no país, a dengue está afetando de forma significativa a vida das empresas. Em 2015, a doença foi a quinta causa de afastamento do trabalho entre funcionários de grandes companhias. Cerca de 2,5% dos empregados, em média, foram acometidos pela patologia, de acordo com pesquisa da consultoria Gesto Saúde e Tecnologia. No ano anterior, a enfermidade aparecia na 42ª posição na lista dos principais motivos para as faltas, com 1% dos casos.

Na maioria dos casos, no ano passado, os trabalhadores infectados ficaram ausentes de cinco a sete dias. Em situações mais graves, os afastamentos chegaram a um mês. Em 2014, a soma das licenças foi de 65 dias — o equivalente a um funcionário ficar três meses parado, considerando os dias úteis. O número saltou para 253 no ano passado. É como se, a cada 50 funcionários com a doença, um não tivesse trabalhado durante todos os dias úteis do ano, contabiliza a Gesto. “O impacto disso pode ter sido o equivalente a cinco empregados ficando o ano inteiro sem trabalhar”, analisa o diretor comercial e de marketing da Gesto, Fábio Diogo.

De acordo com o Ministério da Saúde, o país registrou o recorde de 1.649.008 casos prováveis de dengue no ano passado, número 178% maior que o de 2014. E a doença não mostra sinais de trégua. Até o início de março, foram 495.266 ocorrências, um aumento de quase 50% em relação ao mesmo período de 2015. Para o presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edgar Segato Neto, “a situação é alarmante”. “Em minha empresa, apenas no mês de março, os atestados por dengue correspondem a 50% do total. Em todo o setor de limpeza, essa proporção chega a 30%”, afirma. Somente em fevereiro, em um condomínio para o qual a empresa de Segato presta serviços, em Goiânia, dos seis trabalhadores designados para o local, apenas um não pegou dengue.






Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2016/03/26/internas_economia,634915/dengue-afeta-a-vida-das-empresas-brasileiras.shtml

Estudantes no combate ao mosquito.



O temível mosquito vem assombrando todo país com as consequências sofridas pelas  pessoas que foram infectadas pelos vírus transmitidos pelo Aedes e Jaboatão não poderia ficar fora desta “guerra” para combater as arboviroses. No inicio deste mês de março, todos os estudantes das escolas municipais do Jaboatão dos Guararapes receberam um Kit Olimpíadas de Combate à Dengue. E no dia 21 de março a Escola São Sebastião, em Vila Rica, mobilizou a comunidade escolar com as olimpíadas.
A escola realizou palestras, jogos e confecção de repelente natural, toda a ação atrelada ao Kit, desenvolvido pela Desafio Editorial, que é composto por duas revistas educativas, um jogo de tabuleiro, um quebra-cabeça e um jogo da memória. “Todos participaram das atividades, inclusive a Educação infantil e a EJA (Educação de Jovens e Adultos), que tem sido um diferencial neste combate. Estamos muito felizes”, afirmou a gestora da Escola, Fátima Couto.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Estudantes jaboatanenses recebem kit de combate ao Aedes Aegypti

Para combater o mosquito Aedes Aegypti é preciso a colaboração de todos. Compreendendo que crianças e adolescentes são fortes agentes multiplicadores de informação e mobilização social, as escolas municipais se uniram na guerra de combate ao vetor. Diante dos inúmeros casos de doenças associadas como dengue, zika e chikungunya, e as sequelas para as pessoas infectadas e fetos, como a microcefalia, na próxima sexta-feira (04), a Secretaria Executiva de Educação fará a entrega oficial do kit Olimpíadas de Combate a Dengue, na Escola Municipal Oscar Moura, em Piedade, às 9h.
O projeto de cidadania, foca no “aprender brincando” e visa conscientizar a população. Os professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental II, a partir da próxima semana, receberão profissionais da Secretaria Executiva de Promoção da Saúde para orientá-los. “Os professores participam de formações continuadas viabilizadas pela Secretaria de Educação, agora, também receberão orientação da equipe da Saúde para inserir o conteúdo na prática pedagógica. Algumas ações já estão sendo realizadas nas unidades de ensino pelos professores de diversas áreas”, afirmou o secretário Executivo de Educação, Francisco Amorim.
KIT CONTRA O AEDES - O material desenvolvido pela Desafio Editorial é composto por duas revistas educativas, um jogo de tabuleiro, um quebra-cabeça e um jogo da memória. O kit irá somar como ferramenta para as ações de conscientização como as visitas e as palestras com as famílias, realizadas nas unidades de ensino.

SERVIÇO:
Entrega de kit de combate ao Aedes Aegypti
Local: Escola Oscar Moura
Endereço: Rua José Braz Moscou, s/n. – Piedade
Data: 04/03/2016
Horário: 10h

Novo teste vai permitir diagnóstico simultâneo de zika, dengue e chikungunya

Tecnologia vai facilitar a identificação das doenças, que têm sintomas similares, e vai permitir um resultado mais rápido, além de reduzir os custos com exames

Uma nova tecnologia vai permitir o diagnóstico simultâneo das três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: dengue, febre chikungunya e zika vírus. O Kit NAT, desenvolvido pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBPM) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), permitirá a identificação, ao mesmo tempo, do material genético dos três vírus, evitando a necessidade de três exames separados.
O novo teste também vai oferecer um resultado mais rápido, pois tem uma combinação pronta de reagentes. Com ele, será possível testar 30 pacientes para as três doenças em quatro horas. A inovação também vai reduzir os custos com exames, já que insumos estrangeiros serão substituídos por produtos nacionais.
Segundo Marco Krieger, pesquisador titular da Fiocruz e integrante da pesquisa, a mesma amostra de sangue colhida do paciente será testada simultaneamente para as três infecções. Um texto discriminatório vai auxiliar não só em um diagnóstico mais rápido, como em uma identificação em relação à circulação dos vírus no País em cada região do País.
De acordo com Krieger, é possível, por exemplo, desenvolver um teste quase rápido para situações nas quais não existe um ambiente laboratorial. Em regiões onde a estrutura é mais precária, pode ser usado um teste feito ao lado do leito, por exemplo. "Hoje as amostras são colhidas e enviadas para os laboratórios centrais com essa tecnologia. Haverá um treinamento e a distribuição de kits para execução em vários pontos do Brasil."
O Ministério da Saúde vai encomendar a produção de 500 mil kits pela Fiocruz até o final deste ano para ser distribuído em todo o País. Atualmente, o diagnóstico do zika vírus é realizado por técnicas moleculares, com uso da técnica de RT-PCR em Tempo Real, que identifica a presença do material genético do vírus na amostra.
São usados reagentes importados e, para descartar a presença dos vírus dengue e chikungunya, é necessário realizar cada exame separadamente.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

Fiocruz investiga possibilidade de muriçoca transmitir vírus da Zika

Está mais forte a hipótese de que o mosquito Aedes aegypti não seria o único vetor do zika vírus, que já consegue se propagar em cerca de 40 países. Resultados preliminares de um estudo desenvolvido pela Fiocruz Pernambuco sugerem que o Culex quinquefasciatus (conhecido popularmente como muriçoca), que coloca seus ovos em criadouros poluídos, é provavelmente um potencial vetor de zika.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Curso gratuito à distancia.





Interesse público: Curso de Atualização no combate vetorial ao Aedes Aegypti. Público-alvo: Agentes Comunitários de Saúde, Agente de Combate de Endemias, Militares e população em geral. Para acessar o curso basta clicar em um dos links.
Plataforma AVASUS - https://ufrn.unasus.gov.br/moodle26/ ou Plataforma Telessaude Rio Grande do Sul - https://pt.surveymonkey.com/r/curso_aedes
Não tem limite de vagas. O curso é gratuito e autoinstrucional.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Parceria

A Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, por meio da Secretaria de Saúde, firmou parceria com o 14º Batalhão de Infantaria Motorizada (14º BI Mtz) - Regimento Guararapes, para o combate à dengue. O Plano de Ação Integrada foi planejado para intensificar as atividades de controle do Aedes aegypti, visitando e mobilizando a população jaboatanense para juntos atuarem na luta contra o mosquito transmissor da doença.
Regional 02 - Dois Carneiros Baixo

De acordo com a coordenadora de Vigilância e controle da Dengue de Jaboatão dos Guararapes, Elizabeth Jerônimo, as ações tiveram início nos dias 28, 29 e 30 de dezembro de 2015, seguiram de 11 à 14 de janeiro de 2016 e nesta semana de 25 à 29 de Janeiro de 2016. “O Exército vem reforçar essa batalha contra o mosquito”, destacou Elizabeth.
 Regional 02 - Dois Carneiros Baixo 

Foram desenvolvidas diversas ações como visitas domiciliares para identificação e eliminação de criadouros do mosquito, além de panfletagem, com o intuito de intensificar a atividade de educação em saúde. Paralelamente, mutirões de limpeza foram desenvolvidos pela Secretaria de Serviços Urbanos, com o recolhimento, dentro das casas e em terrenos baldios, de recipientes que acumulam água e não são mais úteis à população e que servem de criadouros do mosquito da dengue.
A expectativa, de acordo com a Elizabeth Jerônimo, é que toda a população se envolva no combate ao mosquito. “Essa ação reforça a importância que cada cidadão tem no controle do mosquito transmissor da dengue, principalmente estando atenta aos possíveis depósitos existentes nos seus imóveis”, detalhou a coordenadora.



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Saiba mais informações sobre a vacina contra a dengue

Injeções são indicadas para uso de pessoas entre nove e 45 anos e não protegem contra os vírus Chikungunya e Zika.

A vacina contra a dengue já possui registro concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde a última segunda-feira (28). A Dengvaxia® - vacina dengue 1, 2, 3 e 4 (recombinante, atenuada) foi registrada como produto biológico novo, de acordo com a Resolução - RDC nº 55, de 16 de dezembro de 2010. O registro permite que a vacina seja utilizada no combate à dengue. Porém, vale destacar que a vacina não protege contra os vírus Chikungunya e Zika.

1 - Pessoas com menos de nove anos e mais de 45 podem tomar a vacina?
A vacina está aprovada para uso pediátrico e adulto, dos nove aos 45 anos de idade. Os limites de idade foram determinados com base, principalmente, nas informações de segurança da vacina, obtidas durante a realização dos estudos clínicos. Para crianças com menos de nove anos, o risco de complicações mais sérias ainda não foi determinado; para aqueles com mais de 45 anos de idade, não há dados suficientes para garantir a segurança da vacina.
O médico responsável poderá avaliar o risco/benefício de se utilizar a vacina em idades diferentes das recomendadas no texto da bula.

2 - Se eu tiver acabado de fazer 46 anos, posso tomar a vacina?
Como esclarece a pergunta anterior, vacina está aprovada para uso pediátrico e adulto, dos nove aos 45 anos de idade. O uso em idades diferentes das recomendadas no texto de bula deve ser discutido com o médico, que avaliará o risco/benefício da utilização da vacina.

3 - Minha filha, filho, sobrinho etc. ainda vai ter oito anos quando lançarem a vacina, mas completará nove anos logo em seguida. Ela(e) pode ser imunizada(o)?
Como a vacina está aprovada para uso pediátrico e adulto, dos nove aos 45 anos de idade, não deve ser administrada em crianças com menos de nove anos de idade Isto porque os dados clínicos disponíveis não são suficientes para concluir sobre o risco/benefício da vacinação nesta faixa etária. O uso da Dengvaxia® em idades diferentes das recomendadas no texto da bula deve ser discutido com o médico, que avaliará o risco/benefício da utilização da vacina.

4 - A vacina também imuniza contra a Chicungunya e contra o Zika vírus, transmitidos pelo Aedes aegypti?
A vacina não protege contra os vírus Chikungunya e Zika. A Dengvaxia® é uma vacina utilizada para ajudar a proteger contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus da dengue. A vacina é aplicada em adultos, adolescentes e crianças dos nove aos 45 anos de idade que moram em áreas endêmicas (áreas em que a dengue esteja sempre presente).

5 - Se eu tomar duas doses da vacina e esquecer de tomar a última, estarei imunizado?  se eu tomar apenas uma dose, a vacina vai fazer efeito?
O esquema de vacinação aprovado consiste de três injeções a serem administradas em intervalos de seis meses. A vacina começa a fazer efeito a partir da primeira dose. No entanto, a eficácia só foi demonstrada após a aplicação das três doses.

6 - Qual deve ser o intervalo entre as doses da vacina?
O esquema de vacinação consiste de três injeções a serem administradas por via subcutânea, em intervalos de seis meses.

7 - A vacina é contra indicada para pessoas com algum tipo de alergia?
A vacina é contraindicada para uso por pessoas que são alérgicas (hipersensíveis) aos princípios ativos ou qualquer outro ingrediente da Dengvaxia® e por pessoas que desenvolveram uma reação alérgica após a administração prévia da Dengvaxia®. Os sinais de uma reação alérgica podem incluir urticária, encurtamento da respiração e inchaço do rosto e da língua.

8 - Eu já tive dengue. Posso tomar a vacina?
 Sim, pode. A vacina foi aprovada tanto para pessoas que nunca tiveram dengue  como para aquelas que já tiveram a doença.

9 - Se eu estiver com dengue, posso tomar a vacina?
Não. A vacina não trata a doença, ela a previne. Com o restabelecimento da saúde, a vacinação pode ser considerada, após avaliação do médico.
10 - Grávidas podem tomar a vacina?
Não, essa é uma contraindicação da vacina. Dengvaxia® é uma vacina de vírus vivo atenuado e contraindicada a grávidas. As grávidas não foram avaliadas nos estudos clínicos.
11 - A vacina dá febre? Quais os principais efeitos colaterais?
É possível que a vacina provoque febre e outros efeitos adversos, embora isso não ocorra com todas as pessoas. As reações adversas mais frequentes observadas nos estudos clínicos foram febre, dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e dor muscular. Outras reações comuns foram reações no local da injeção, como vermelhidão, hematoma, inchaço e coceira. Reações mais raras foram: endurecimento no local da injeção, doença semelhante à gripe, dor no pescoço, dor nas articulações, vermelhidão intensa, urticária, náusea, dor na boca e garganta, tosse, nariz escorrendo, tontura, enxaqueca, inchaço dos linfonodos (linfoadenopatia) e infecção do trato respiratório superior (nariz, boca, faringe e laringe).

12 - Posso doar sangue depois de tomar a vacina?
Como a vacina contra a dengue é uma vacina com vírus vivos atenuados, é necessário aguardar um período de quatro semanas após a vacinação para realizar a doação de sangue.

13 - Quanto dias depois de tomar a vacina estarei imunizado e protegido contra a dengue?
Como o esquema de vacinação consiste de três doses que devem ser administradas em intervalos de seis meses, a proteção contra a doença será atingida após a administração do esquema completo de três doses, ou seja, um ano depois da administração da primeira dose.

14 - Mesmo depois de tomar a vacina devo continuar usando repelente contra o mosquito?
Sim. a vacinação não é um substituto para a proteção contra as picadas de mosquitos. Devem ser tomadas as precauções apropriadas para prevenção das picadas de mosquito, incluindo o uso de repelentes, roupas adequadas e redes de proteção contra mosquitos. A vacina apenas oferece proteção contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus da dengue. O mosquito transmissor da dengue é ainda responsável pela transmissão de outros vírus, como o Zika e Chikungunya, para os quais a vacina contra a dengue não oferece proteção.

15 - Quem não deve usar a vacina?
Crianças com menos de nove anos, mulheres grávidas ou que estejam amamentando, pessoas alérgicas aos componentes da vacina, pessoas que tenham fenilcetonúria e aquelas com um sistema imunológico enfraquecido ou que recebam orientação médica específica.

16- A vacina pode causar dengue hemorrágica?
Não. Nos estudos clínicos, a vacina reduziu consideravelmente os casos de dengue grave e de febre hemorrágica da dengue.

17 - Qual a composição da vacina?
A vacina é constituída por vírus vivos atenuados obtidos por tecnologia de DNA recombinante, combinando o vírus atenuado da febre amarela e os quatro sorotipos dos vírus da dengue.

18 - Posso tomar outras vacinas junto com a vacina contra a dengue?
A Dengvaxia® não deve ser administrada com nenhuma outra vacina ou produto farmacêutico injetável.
Nenhum estudo específico foi realizado sobre a administração concomitante da vacina contra a dengue e de qualquer outra vacina ou produto farmacêutico.
Após a avaliação médica, caso seja necessário administrar concomitantemente alguma outra vacina ou produto farmacêutico, devem ser usadas seringas e agulhas diferentes, e  a aplicação deve ser feita em diferentes partes do corpo. Nos estudos clínicos, a vacina reduziu consideravelmente os casos de dengue.

Fonte: Portal Brasil com informações da Anvisa
 

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Nosso objetivo é que você esclareça todas as suas dúvidas sobre a dengue. Esperamos também a sua colaboração na luta contra o mosquito.