segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sinais da Dengue em crianças são parecidos com a gripe

Fiscalize a vizinhança: RUAS

01. Carcaça de carro abandonada - Denuncie à Prefeitura e peça remoção. Ou, antes, peça que o dono o faça.
02. Lixo - Denuncie ou tome a iniciativa de reunir amigos e fazer um mutirão para retirar a sujeira.
03. Pneus - Do mesmo modo, denuncie pelo telefone ou reúna amigos e faça um mutirão.
04. Entulho -Peça ao proprietário que retire.Você pode também denunciar ou organizar um mutirão.
05. Água empoçada - Faça mutirão e retire a água.
06. Água em cobertura de ponto de ônibus - Denuncie ao Consórcio Grande Recife 08000810158.
07. Marquise de loja - Fale com o proprietário ou denuncie.
08. Bueiro entupido -Denuncie à Prefeitura.
09. Buraco - Denuncie.Se possível, faça mutirão para tapar.
10. Ferro-velho - Converse como proprietário ou denuncie.

  NÃO ESQUEÇA: A DENGUE SE COMBATE TODOS OS DIAS.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Fiscalize a Vizinhança: ESCOLAS

1. Copos descartáveis e latas de refrigerantes no pátio - Jogue no lixo. E procure a direção para que os alunos e funcionários sejam orientados a não mais deixar o material ao relento.

2. Caixa d’água sem tampa - Procure a direção da escola.

3. Material de construção
- Argumente que o material exposto à chuva também pode servir como criadouro do mosquito.

4. Bandejas de ar-condicionado e de freezer
- Pergunte se a escola orienta os funcionários a tirar a água acumulada nelas.

5. Piscina sem uso
- Procure a escola e peça que a água seja tratada. Ou que esvaziem a piscina e cubram o local para não acumular água de chuva.

6. Calhas
- Questione se,após cada chuva, elas são limpas e secas.

 NÃO ESQUEÇA: A DENGUE SE COMBATE TODOS OS DIAS.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Fiscalize a vizinhança: CEMITÉRIOS

1. Vaso e jarro de planta - Tire a água ou procure a administração e alerte sobre o risco.

2. Água empoçada no chão - Tire com rodo, se possível, ou peça que a administração determine que um funcionário o faça.

3. Depósitos de água sem tampa - Oriente a administração a cobrir o recipiente para que não sirva de foco de dengue.
 
4. Água empoçada em túmulo-Vá à administração e informe que o local pode se tornar foco do inseto.


 NÃO ESQUEÇA: A DENGUE SE COMBATE TODOS OS DIAS.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pesquisa revela hábitos da fêmea do mosquito da dengue

 

Estudo pode ajudar no combate ao mosquito transmissor da doença

 Fêmeas do mosquito Aedes aegypti têm maior atividade locomotora quando estão infectadas pelo vírus da dengue. Esse foi o resultado de um estudo realizado pelo Instituto Oswaldo Cruz, no Rio. Em comparação com fêmeas não infectadas, elas apresentaram aumento que varia de 10% a 50% na atividade. Segundo os pesquisadores, a mudança de comportamento pode estar relacionada ao relógio circadiano, como é chamado o mecanismo interno que controla os ritmos biológicos com período de aproximadamente 24 horas. O resultado da pesquisa pode ajudar a conhecer melhor os hábitos do Aedes e, assim, ajudar nas estratégias de combate ao mosquito transmissor da doença.

Iniciado em 2008, o estudo monitorou a atividade locomotora de mosquitos infectados e não infectados pelo sorotipo 2 do vírus da dengue.

“O aumento da atividade locomotora das fêmeas infectadas pode afetar alguns aspectos de sua biologia, como a maior procura por hospedeiro e, por isso, acreditamos que essa característica possa ter desdobramentos na dinâmica de transmissão da doença”, esclarece a pesquisadora Rafaela Bruno,uma das autoras do projeto. “O Aedes aegypti é um mosquito diurno, porém verificamos que, no grupo de fêmeas infectadas, o aumento da atividade também ocorreu durante a noite. Como é oportunista, ele pode utilizar essa atividade extra no período noturno, horário em que o hospedeiro está mais vulnerável”, acrescenta Tamara.

De acordo com Rafaela Bruno, não é possível afirmar se a alteração verificada no estudo ocorre também com mosquitos infectados por outros tipos do vírus da dengue.

“Fatores como a resposta imune do mosquito podem fazer com que os resultados sejam diferentes”, explica. O próximo passo do trabalho é a investigação dos genes que estão envolvidos na mudança de comportamento observada. “Já temos ensaios preliminares que mostram que, na situação de infecção pelo vírus, os genes associados à regulação do relógio circadiano do vetor são afetados, mas agora vamos fazer um estudo mais abrangente”, concluiu a pesquisadora. 

 

Com informações do Instituto Oswaldo Cruz

Agência Espacial Europeia monitora mosquitos por satélite

Os mosquitos transmissores de dengue, malária e outras doenças infecciosas começaram a ser monitorados por satélite pela Agência Espacial Europeia (ESA). O trabalho começou na Europa, mas poderá ser ampliado para outras regiões do mundo, caso os resultados se mostrem relevantes no combate de doenças.
Chamado Vetmap, o sistema criado pela ESA usa imagens obtidas por satélites e dados coletados em campo por pesquisadores e agentes de saúde. O sistema combina dados meteorológicos e de ocupação urbana com registros de incidência de mosquitos. A ideia é alertar com bastante antecedência quando houver risco de proliferação de mosquitos numa área. Por enquanto, os principais objetivos são evitar casos de dengue e da febre do oeste do Nilo na Europa. 


terça-feira, 17 de maio de 2011

Será que repelente ajuda no combate à dengue?



Com medo de contrair a doença, população tenta se proteger do mosquito de diversas maneiras. Uma delas é o repelente alternativo. Mas será que estes produtos realmente funcionam?

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Lei prevê multa de até R$ 20 mil a donos de casas com focos do mosquito em Natal


Proprietários de casas de veraneio em Natal (RN) - que ficam a maior parte do ano fechadas - devem ficar atentos. A lei municipal publicada no Diário Oficial do Município na quarta-feira (27/04) prevê aplicação de multa de R$ 200 a R$ 20 mil e o ingresso aos imóveis com focos do mosquito transmissor da dengue. "A intenção da criação da lei é criar mecanismos de sanção a quem dificulta o combate à dengue", justificou o secretário de saúde da capital, Thiago Trindade. "Os primeiros resultados efetivos do cumprimento da lei serão vistos no início de maio", prevê Thiago.

Estima-se que há 20 mil residências fechadas na capital, o que corresponde a cerca de 18% do total. A partir desta quinta-feira (28), os 150 agentes contratados pela organização social ITCI e os 320 agentes municipais serão colocados a par da nova orientação. "Depois, ao invés de apenas notificar o abandono do imóvel, o agente terá esse mecanismo coercitivo", disse Trindade. "Além do relatório de todos os imóveis no sistema informatizado da Secretaria de Tributação, fazemos sobrevoos para identificar macrofocos. Com certeza a existência de residências fechadas são um dos maiores entraves ao combate à dengue".

Os proprietários dos imóveis devem permitir o ingresso das autoridades sanitárias para realizar inspeção, verificação, orientação, informação, aplicação de inseticida ou qualquer outra medida de combate à dengue. Caso se confirme que não moram pessoas na casa, nem qualquer responsável na visita dos técnicos, será registrada a ausência em um auto de fiscalização sanitária, que terá uma cópia afixada à porta do imóvel. Esse procedimento se repetirá em uma segunda visita, mas na terceira a prefeitura poderá, literalmente, arrombar a porta dos imóveis.

Nesse caso, será lavrado um Auto de Ingresso Forçado em nome do morador e do domicílio, residência ou terreno. A partir daí, mesmo que o dono se recuse a assinar o documento, será substituído por duas testemunhas. Um técnico habilitado em abertura de portas irá recolocar as fechaduras após realizada a ação de vigilância sanitária. A lei também especifica que a autoridade sanitária poderá requerer auxílio de autoridade policial.

No Paraná bandidos se disfarçam de agentes da dengue

Golpistam entram nas casas para roubar moradores de Umuarama.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pesquisadores investigam mutações do vírus da dengue

Rio - Pesquisadores da Fiocruz compararam, pela primeira vez, milhares de sequências genéticas do vírus da dengue descritas ao redor do mundo em busca de pistas sobre as áreas que mais sofreram mutações (polimorfismos) e o que isso pode indicar sobre os diferentes tipos do vírus.

Mais de três mil sequências foram extraídas do banco de dados público do Laboratório Europeu de Biologia Molecular (EMBL). Os passos seguintes foram identificar uma sequência completa de cada sorotipo do vírus para tomar como referência, comparar com as outras para averiguar as áreas que sofreram mutações e, por fim, determinar a taxa de mutações. Entre as regiões do RNA viral investigadas, destacou-se a que se relaciona com a RNA polimerase, enzima que catalisa a síntese do material genético do vírus.

- Observamos que o vírus tipo 2 (DENV-2) da doença apresentou uma taxa de mutação, em média, duas vezes maior que a dos outros tipos e até quatro vezes maior que a do tipo 1 (DENV-1) - descreve o geneticista Nicolas Carels, coordenador do projeto e pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) da Fiocruz. - É interessante notar também que, como as sequências que comparamos vêm do mundo inteiro, os resultados apontam para o comportamento desse sorotipo em nível global. O DENV-2, em comparação aos outros tipos, tem mais capacidade de sofrer mutações e gerar novos tipos mais perigosos de vírus.

Com informações do Instituto Oswaldo Cruz (IOC)
 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Evite o mosquito da dengue na sua piscina


  
Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou a dengue um dos principais problemas de saúde pública do mundo, com cerca de 100 milhões de pessoas infectadas em mais de cem países. Uma divulgação maciça em toda a mídia nos alerta sobre a necessidade de eliminar os criadouros do mosquito transmissor da doença, Aedes aegypti, evitando deixar água parada em locais como vasos de plantas, pneus e caixas-d’água. Mas o que muitos não sabem é que a piscina também pode ser um grande foco de ovos e larvas. A comparação entre os meses de janeiro a março de 2010 e 2011 aponta para uma redução de 43% no total de casos notificados neste período. Apesar dessa redução global, 15 estados apresentaram aumento no número de casos, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. 
Água sem tratamento é um convite ao mosquito. É nas paredes da piscina, próximo do nível da água, que ele deposita os seus ovos – cerca de cem ovos – que podem eclodir depois de alguns dias ou até depois de dois anos. Por isso manter a piscina tratada com cloro regularmente é muito importante. Só assim se pode evitar a formação dos ovos do Aedes aegypti.
Segundo Fábio Forlenza, responsável técnico por treinamentos para tratamento de água da hth, empresa líder mundial em tratamento de piscinas, o ideal é aplicar cloro três vezes por semana e realizar a limpeza das bordas com uma esponja, no mínimo, uma vez por semana. “É na borda e na superfície da piscina que o mosquito deposita seus ovos. Além disso, é fundamental que seja realizada uma manutenção adequada com cloro para manter a água saudável e livre da dengue. É preciso observar diariamente o residual de cloro ativo presente na água e mantê-lo nos padrões recomendados”, explica Fábio. O profissional também lembra que, além desses cuidados, deve-se realizar periodicamente a filtragem da água da piscina.

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Nosso objetivo é que você esclareça todas as suas dúvidas sobre a dengue. Esperamos também a sua colaboração na luta contra o mosquito.