segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Casos de dengue no Brasil diminuem 60% em janeiro


O número de casos de dengue este mês diminuiu 60% em relação a janeiro do ano passado, informou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho. Segundo ele, em janeiro de 2011, foram registrados 40 mil casos em todo o Brasil, enquanto em 2012 foram registrados 16 mil.
Segundo Coelho, em dezembro, o programa repassou R$ 97 milhões a 1.150 municípios para intensificar ações de combate à doença. No início de março, será feita uma avaliação das ações adotadas com esses recursos. Diferentemente dos dados gerais do País, o Estado do Tocantins, por exemplo, enfrenta um aumento dos casos da doença. Este mês, foram registrados 1.591 casos, contra foram 610 em janeiro de 2011.
O encarregado de obras Rundiney Cantarim, 41 anos, contraiu a doença no ano passado. De acordo com ele, havia muitos focos de dengue no local onde fazia uma reforma. "Passaram antibióticos para a dor, mas não houve medicação", conta. Cantarim acredita que o trabalho de agentes de saúde é importante para que locais como esse fiquem livres do mosquito Aedes aegypti, causador da doença. 

Fonte: www.terra.com.br

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Secretaria de Saúde alerta população para evitar a proliferação do mosquito da dengue


Mês de janeiro costuma ser o mês de férias para muitas pessoas, por isso, muita gente acaba se descuidando com a prevenção da proliferação do mosquito da dengue. No entanto, para o Aedes Aegypti não há férias para a contaminação da dengue. Além disso, a temperatura elevada deste período é mais propícia para o desenvolvimento do mosquito. Diante disso, a Secretaria de Saúde de Jaboatão dos Guararapes alerta a população para o combate contínuo contra a transmissão da dengue.
Nesta sexta-feira (13/01), a Secretaria de Saúde divulgou um estudo que demonstra o índice da presença do mosquito no município. O número se refere à primeira semana de janeiro de 2012. O levantamento foi feito através de visitas em prédios e domicílios, em busca de possíveis focos, onde há presença de acúmulo de água. O estudo indica que a cada 100 imóveis visitados, 3% têm focos de propagação. O indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 1%.
De acordo com o gerente de Vigilância em Saúde, José Lancart de Lima, a população deve estar atenta para evitar os focos da dengue. “É importante o envolvimento das pessoas, pois detectamos que 82% dos focos estão dentro das casas. Isso em tonéis, jarras, baldes, cisternas, vasos com plantas, entre outros. Ou seja, cada pessoa deve se preocupar com seu território. Fazendo isso, venceremos o mosquito”, lembrou Lancart.
Outro fator que dificulta o combate à dengue é a não permissão da visita dos agentes da dengue. Os dados indicam que a cada 100 imóveis visitados, 25% não permitem o acesso ou estão fechados. “Muita gente ainda não aceita a entrada do agente de combate à endemias na residência e isso só dificulta o nosso trabalho. Pois o agente pode indicar os focos e dar as orientações necessárias”, detalhou o gerente.
O estudo realizado pela Secretaria de Saúde de Jaboatão dos Guararapes ainda indicou os bairros com mais incidência de focos no município. São eles: Jardim Jordão, com 7,7%, Jaboatão Centro e Cavaleiro, com 5,5%, cada. A Secretaria, portanto, vai intensificar o número de visitas dos agentes de combate à endemias nesses bairros.

LEIA MAIS. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

No período de 02 à 06 de janeiro de 2012 foi realizado o I° LIRAa (Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti) em Jaboatão dos Guararapes. O LIRAa é uma ferramenta que possibilita a identificação de áreas com risco de transmissão da dengue, mediante a identificação de imóveis com criadouros do mosquito transmissor da doença. A partir dos resultados obtidos nós poderemos intervir, de forma rápida, nos locais que apresentarem os maiores índices de infestação do mosquito da dengue, diminuindo o risco de transmissão no município.
 
Clique aqui e veja os resultados do LIRAa em Jaboatão dos Guararapes.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Alerta para a dengue em áreas de veraneio


Municípios litorâneos de Pernambuco estão sendo alertados pela Secretaria Estadual
de Saúde para reforçar o combate à dengue. A recomendação é não conceder férias a
agentes de saúde para intensificar a vistoria nas casas de veraneio, mais ocupadas nessa
época do ano por proprietários e turistas.

“O verão é propício para a reprodução do mosquito da dengue, pois abrevia o
nascimento deles. Nas praias, além de observar a proteção dos reservatórios de água, é
preciso orientar a população sobre o acondicionamento do lixo”, explica Claudenice
Pontes, coordenadora do Programa Estadual de Controle da Dengue. A meta é evitar a
expansão da doença que fechou 2010 em declínio de 36,63% se comparada ao ano
anterior, mas voltou a atingir mais pessoas nas últimas semanas de dezembro, em
algumas cidades.

Segundo Claudenice, a Secretaria de Saúde observou aumento de casos da dengue em
municípios de várias regiões no fim de 2011. A chegada do verão e a interrupção no
fornecimento de água, em razão do racionamento, podem ajudar na maior distribuição.
É que as pessoas acumulam mais água em reservatórios domésticos, temendo ficar
desabastecidas num momento de calor e férias.

O município de maior incidência (número de casos considerando o tamanho da
população) é Ipubi, no Sertão, que registrou 32 doentes entre o início de novembro e
fim de dezembro de 2011, uma taxa de 142 casos por cada 100 mil habitantes. Ele é
seguido por Afogados da Ingazeira, na mesma região, e o Arquipélago de Fernando de
Noronha. Ouricuri e Exu, também cidades sertanejas, estão no grupo. A lista inclui
Carpina e Vitória, na Zona da Mata, Limoeiro e Caruaru, no Agreste, além da capital,
que registrou 948 casos suspeitos, taxa de 75 por 100 mil nas últimas semanas.

As gerências regionais de saúde estão chamando a atenção desses dez municípios para
que fiquem de sobreaviso. “O estado de alerta, no entanto, só ocorre quando é registrado
aumento acima de 300%”, diz.

No litoral, a população cresce nesse período de férias, o que pode deixar mais gente
exposta ao problema. Por isso, a SES pede a intensificação das vistorias, com envio
mensal (na rotina são a cada dois meses) à secretaria de dados referentes a essa situação.
Claudenice lembra que, além das prefeituras, é necessário que a população também dê
atenção ao controle da dengue. “Antes de ocupar a casa de veraneio, o morador deve
fazer uma vistoria, para identificar prováveis criadouros”, diz. Cerca de 90% dos focos
são no interior dos domicílios. Além disso, é preciso manutenção diária, o que inclui

não deixar lixo nem objetos largados no quintal que possam acumular água da chuva.
Manter tampados os reservatórios e limpar áreas que possam reter água são outras
estratégias. “Alguns municípios já orientam moradores a dedicarem 10 minutos diários
na busca de criadouros”, diz, recomendando a prática.
Fonte: JC 04-01-2012

Estudo detalha razões que fazem a dengue ser mais perigosa em uma segunda infecção


Um dos desafios mais inquietantes na luta contra o vírus da dengue é o risco de infecções severas quando a pessoa contrai a doença pela segunda vez. Agora uma equipe internacional de pesquisadores conseguiu identificar o mecanismo responsável por esse aumento na gravidade da doença. A pesquisa foi publicada no periódico Science Translational Medicine.
A dengue é uma doença febril aguda, causada pela picada do mosquito infectado Aedes aegypti. Os sintomas mais comuns são febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça. Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento, mais comum nas gengivas. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 50 e 100 milhões de pessoas se infectam anualmente no mundo. O vírus que causa a dengue é dividido em quatro sorotipos (1, 2, 3 e 4), e esses sorotipos podem ainda serem divididos em variantes genéticas, ou subtipos.
Os pesquisadores mostraram, então, que a resposta primária do sistema imunológico a um sorotipo do vírus da dengue pode influenciar a interação com os subtipos do vírus em uma infecção subsequente. Como essa interação acontece pode significar a diferença entre ter apenas uma febre leve ou uma falha circulatória fatal, causada pela dengue hemorrágica ou uma síndrome do choque de dengue (ausência de pressão arterial e pressão de pulso imperceptível).

Defesa - Já se sabia que após a primeira infecção com o vírus da dengue o sistema imunológico reage normalmente, criando anticorpos para lutar contra os invasores. O problema é que esses anticorpos podem se confundir quando confrontados mais tarde com algum dos outros três tipos do vírus da dengue, ou mesmo com um subtipo diferente do mesmo sorotipo.

“Na segunda infecção, o anticorpo reconhece o novo tipo do vírus, mas não bem o suficiente para limpá-lo do organismo”, diz Molly Ohainle, coordenadora do estudo. “Em vez de neutralizar o vírus, os anticorpos se ligam a eles de uma maneira que os ajuda a invadir outras células do sistema imunológico e a se espalhar.” De acordo com os pesquisadores, esse efeito cavalo de Tróia já havia sido demonstrado antes, mas a pesquisa atual fornece uma análise entre a genética do vírus e a resposta imunológica com detalhes sem precedentes, indo além do sorotipo principal.

Pesquisa – Foram usados dados de dois estudos independentes, ambos feitos na Nicarágua – um deles realizado no Hospital Pediátrico de Referência, entre 2005 e 2009; o outro um estudo com 3.800 crianças desde 2004, com coleta de amostras sanguíneas anualmente.

Ao acompanhar os casos de dengue nos dois estudos, os pesquisadores foram capazes de identificar um aumento dramático em casos de dengue severa e, então, sequenciar o vírus. Eles detectaram mudanças genéticas no vírus que coincidiam com mudanças na gravidade da doença, mas apenas no contexto de uma pré-existência de resposta imunológica a um sorotipo específico do vírus (a pessoa já havia tido dengue).

Eles descobriram que crianças que tinham anticorpos para o vírus 3, que circulou na região entre 1994 e 1998, tinham maiores riscos de infecções severas quando expostas ao subtipo 2B do vírus 2. Eles também descobriram que crianças com anticorpos ao vírus 1, que circulou entre 2002 e 2005, tinham mais riscos da doença severa na exposição ao subtipo 1 do vírus 2.

“Nossa descoberta tem implicações para o desenvolvimento de vacinas, já que a genética precisa das cepas e a sequencia de infecções antes e após a vacinação têm um papel importante no resultado final da infecção”, diz Eva Harris, uma das responsáveis pelo estudo.
 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ronaldo Fenômeno com DENGUE

O ex-atacante Ronaldo iniciou 2012 com o pé esquerdo. O Fenômeno passou o Réveillon em Trancoso, na Bahia, e pegou dengue. O jogador postou uma foto no Twitter na manhã desta quarta-feira tomando soro na veia: “Bom dia pra você que começou o ano com Dengue! Obrigado pelo carinho. Já estou em recuperação. Tive alta terça à noite. Agora é tratar e repousar para estar bem logo!!!”. Ronaldo criou a hashtag #malditomosquito – que rapidamente entrou nos assuntos mais comentados do microblog - para lamentar a doença. Ele foi o único da família a manifestar os sintomas da dengue.

 Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/primeiramao/2012/01/04/r9-com-dengue/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

FELIZ 2012

Vamos iniciar o ano de 2012 lembrando dos sintomas da dengue:

seta Dengue Clássica

Mais Febre alta com início súbito.
Mais Forte dor de cabeça.
Mais Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Mais Perda do paladar e apetite.
Mais Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Mais Náuseas e vômitos·
Mais Tonturas.
Mais Extremo cansaço.
Mais Moleza e dor no corpo.
Mais Muitas dores nos ossos e articulações.

seta Dengue hemorrágica

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:
Mais Dores abdominais fortes e contínuas.
Mais Vômitos persistentes.
Mais Pele pálida, fria e úmida.
Mais Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Mais Manchas vermelhas na pele.
Mais Sonolência, agitação e confusão mental.
Mais Sede excessiva e boca seca.
Mais Pulso rápido e fraco.
Mais Dificuldade respiratória.
Mais Perda de consciência.

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.

O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.

Bem vindo ao nosso blog!

Nosso objetivo é que você esclareça todas as suas dúvidas sobre a dengue. Esperamos também a sua colaboração na luta contra o mosquito.